Sobre Fatima de Kwant

Fatima Kwant is an autism advocate, author of autism related articles, and creator of the International Autimates Project - Overcoming Prejudice with Information. She is a Brazilian journalist leaving in the Netherlands with her family. Her youngest son, 18 years old has autism and formerly diagnosed as severe autistic. Recently this diagnose has been withdrawn. Fatima is also an expert in many aspects of the Autism Spectrum, especially Autism & Development.

8 Comentários

  1. Maria Aparecida

    Ótimo documentário
    Eu como mãe de um autista adulto o que me preocupa é como vai ser sua vida quando eu não estiver mais aqui pois o autista a partir da adolescência ele não é notado. E totalmente esquecido pela sociedade, pela saúde. Ou seja só e cobrado quando entra em crise pra ser criticado. E também a Famili a.


    1. Olá Maria Aparecida,
      Obrigada pelo comentário.
      Acho que é o medo de todos os pais, o que será deles quando não estivermos aqui.
      Vamos lutar pelas políticas públicas que assistam os autistas adultos.
      Grande abraço,
      Fatima

  2. MILTON FONLOR LEMOS

    Bom dia
    Estou presidente de uma instituição que abriga três adultos especiais, dois altistas e um esquizofrênico. Gostaria de informações mais detalhadas, entre outras tantas, de como preparar um ambiente confortável e seguro na sua moradia. Estamos tendo, já a algum tempo, dificuldades com móveis e utensílios da casa, por exemplo. Pode indicar algun site especializado ? Obrigado.


    1. Bom dia, Milton.
      Obrigada pelo seu recado.
      Respondendo à sua pergunta, o ambiente mais propício para uma pessoa autista, em geral, é aquele em que há poucos estímulos. Um ambiente claro, com poucos materiais, cores neutras, arejado mas com segurança (janelas que podem ser cerradas). Ter no quarto algo que faça o autista se sentir seguro é recomendável. Exemplo: um objeto que o acalme. As luzes não devem ser muito fortes para protege-los da hipersensibilidade visual. De preferência, num local onde há poucos ruídos. Se possível, terem n oquarto um fone de ouvido para que possam se acalmar caso estejam ansiosos com os barulhos do local.
      Lembrando que todos os autistas são diferentes e que nada é regra.
      Grande abraço,
      Fatima de Kwant

  3. Vera Lúcia Sarges Garrido

    Muito muito muito pertinente essa reportagem inclui todas as minhas dúvidas e questões pois sou mãe de um autista severo não verbal que está começando a entrar na idade adulta com 15 anos e essas questões muito me preocupam particularmente.


    1. Olá Vera Lúcia,
      Obrigada pelo recado.
      Seu filho tem ainda 15 anos e vai progredir com seu apoio. Não desista de motivá-lo a aprender alguma coisa.
      Com a idade, sua capacidade de aprender também melhora.
      Beijos com carinho,
      Fatima

  4. Cristina Pedroso

    Tenho uma cunhada que aos 58 anos de idade, após perder os pais, veio morar comigo e com a irmã dela ,que hoje, é sua Curadora. Acompanho por muitos anos a dificuldade da família em todos os sentidos, desde ausência de diagnóstico precoce até a falta de profissionais especializados em auxiliar no acompanhamento diário, clínicas onde possamos ter atendimento personalizado às características especias, enfim, tudo! É uma luta diária sem expectativas reais de mudança. Mas, vamos em frente, lutando para que um dia essa realidade seja mais otimista aos que felizmente tornam-se idosos.